Regulamentos

Campeonato Carioca de Réplicas 2008 - Brothers Slot Car

                                  

RÉPLICAS - Regulamento do Campeonato Carioca de 2008 e Open de Réplicas
                                  
O open será sem regras vale tudo dentro do universo das REPLICAS .
Limitando apenas a bitola que será a mesma do modelo original e a carroceria que tem de ser de plástico com interior e pilotinho.

O campeonato para carro original será dividido em duas categorias.
1-. MODELOS ADMITIDOS:
Serão admitidos na categoria, réplicas de carros reais homologados para participação em campeonatos:
SCX TECNYTOYS
Classe 1: Turismo " DTM"
Classe 2: Grã-Turismo "GT”
CARROCERIA :
As carrocerias devem ser reproduções em escala 1/32 de acordo com os dados do fabricante.
MATERIAL:
Fabricada em plástico tipo abs ou polietileno injetado.
PEÇAS OBRIGATÓRIAS:
É obrigatório manter todos os componentes da carroceria, chassi e interior originais.
Não é permitida qualquer alteração no interior ou exterior da carroceria (tirar/cortar partes).
A carroceria deve cobrir todos os elementos mecânicos nas suas vistas vertical, frontal, posterior bem como através das superfícies transparentes (vidros ou faróis).
Permitido trocar as lâmpadas dos faróis e lanternas traseiras, bem como pintura.
DECORAÇÃO:
A decoração é livre, devendo manter-se as superfícies transparentes originais.
Pode haver repintura com nova decoração.
HABITÁCULO:
O habitáculo é considerado parte integrante da carroceria, devendo manter-se como originalmente fornecido.
PILOTO:
Deve manter-se a figura tridimensional de origem.
3-. CHASSI :
TIPO
Original do carro.
 MATERIAL
Original do modelo, plástico injetado.
SUPORTE DE MOTORES
Original fornecido com o modelo, sem qualquer modificação.
É permitida a colagem do motor nos suportes, na sua posição correspondente.
É proibido aliviar peso, usinar ou cortar/tirar partes; é permitido adicionar pesos fixos.
ÍMÃS:
Será permitido apenas o uso de um (01) ORIGINAL DO MODELO podendo regular sua altura original por meio das regulagens originais .
SUPORTES DO EIXO TRASEIRO:
Os originais do chassi sem modificações.
SUPORTES DO EIXO DIANTEIRO:
Os originais do chassi, podendo ser reforçados de forma a limitar o movimento vertical do eixo, o qual deverá continuar integralmente inscrito no perímetro original dos suportes.
No caso de haver buchas de plástico na dianteira, estas poderão ser substituídas por buchas de metal da SCX ou de outro fabricante nacional, desde que no formato carretel e para eixos 3/32.
FIXAÇÃO DA CARROCERIA:
Mediante o sistema original fornecido.
É permitido o reforço dos pinos de fixação da carroceria.
4-. TRANSMISSÃO :
TIPO:
Mecânico do tipo pinhão/coroa, na posição original.
TRAÇÃO:
Traseira.
Carros com tração 4X4 poderão participar desde que usem motores somente com tração traseira.
PINHÂO:
Original do modelo SCX ou similar com 9 dentes e mesmo diâmetro.
COROA :
Original do modelo SCX ou similar com 27 dentes e mesmo diâmetro.
RELAÇÃO DE TRANSMISSÃO:
Original de fábrica, nos seus vários modelos.
5-. EIXOS :
EIXOS:
Originais fornecidos com o modelo.
Nos modelos equipados originalmente com semi-eixos dianteiros, estes podem ser substituídos por um eixo inteiro.
BUCHAS:
Se forem de nylon nas rodas dianteiras, permitido colocar buchas tipo carretel da SCX ou similar nacional.
Podem ser coladas ao chassi.
Não é permitido o uso de rolamentos.
FOLGAS:
É permitido o uso de anilhas e/ou espaçadores para redução de folgas nos eixos.
6-. RODAS :
Originais dos modelos que existam para vender, podendo serem retificados os pneus, mantendo a altura mínima do solo para o chassi, especificado no item 9. Bitola na linha dos para lamas
Alguns modelos de carros não têm disponibilizados, pela SCX, rodas originais sobressalentes; assim será permitida sua troca por outras de alumínio, à venda no mercado. 
Será permitido o uso de rodas Dome, F-1 ou outra da categoria protótipos.
Os pneus terão que ser da marca SCX ou Competition.
7- GUIAS E CONTATOS :
GUIAS:
Único, do fabricante do carro, podendo ser desbastado e devendo estar situado na posição prevista no chassi, e original do modelo.
CONTATOS:
De livre fabricação.
8-. MOTOR:

MOTORES HOMOLOGADOS:
SCX – motores RX 41, RX 42, RX 42B, TURBO PLUS, PRO.
CARACTERISTICAS:
Motor de série girando até 23000 RPM .
Cada um usará seu próprio motor.
Os motores serão vistoriados medidos seu RPM e lacrados a cada etapa, antes e depois de cada corrida, havendo, para avistoria final, uma tolerância de 1000rpm.
 9-. PESOS e MEDIDAS :
É permitido o uso de lastros desde que solidamente fixados no interior do modelo.
A distância mínima do modelo ao solo é de 1,5mm, no ponto mais baixo do chassi

A tabela a baixo será usada como parâmetro para a vistoria !
NOVA TABELA DE PESOS E MEDIDAS DOS CARROS SCX
 10-. CONTROLES
Liberados
11-LUZES
Liberado seu uso ou não porem e obrigatório sua presença no interior do modelo.   
12- LASTRO: :
Permitido o uso de lastro  
13- DISPOSIÇÕES GERAIS :
Os carros SCX correm juntos, mas classificam-se em separado: GT e Turismo.
14- DO CAMPEONATO:
A Taça Rio de Janeiro de Réplicas - Campeonato Carioca - será composto de 4 (quatro) etapas .
15-PONTOS:
A pontuação será a seguinte: 12 - 11 - 10 - 9 - 8 - 7 - 6 - 5 - 4 - 3 - 2 - 1 - 1 - 1 - 1 - 1 - 1 - 1 - etc
A pole dará também 1 ponto.
16-DESCARTE:
Pontos corridos sem descarte
17-PREMIAÇÃO:
Haverá medalhas aos três (03) primeiros colocados de cada etapa e troféus aos oito (08) primeiros colocados no Campeonato.
18-INSCRIÇÕES:
R$ 20,00 (vinte reais) de inscrição por etapa:
 19-TÁBUA:
Será permitido o uso de tábua energizada para limpeza dos pneus a qualquer momento durante a prova.
20-TEMPO DE PROVA:
As baterias terão a duração de 3min X 1,5min de intervalo ou mais de acordo com a quantidade de pilotos .

O que não estiver permitido acima, é proibido.
Os casos omissos do presente regulamento serão decididos pela organização e pelos pilotos presentes na prova.
As alterações acima foram feitas por determinação da comissão organizadora.
Datas do campeonato .
30/08,
27/09,
25/10,
29/11,
20/12
Horário das provas – 14 horas




REGULAMENTO
6 HORAS DO RIO DE JANEIRO
- Versão 2008

Organização e promoção: www.brothersslotcar.com.br
www.silvaramos.com.br

Apoio em prêmios: Autokraft - BMW
Bardahl
Papelaria Auditora
Santiago Autorama
Ten Imóveis
TWP

Capítulo I - DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Artigo 1º - Este Regulamento aplica-se para a prova "6 Horas do Rio de Janeiro", Endurance de S16D, Parma e FDX; chassis para protótipo Parma e carroceria de protótipo Peugeot 905 escala 1:24, organizada pela Brothers Slot Car.
Artigo 2º - A prova terá a duração de 6:00 horas, dividida em oito (8) baterias de 45min de duração cada uma e será realizado por equipes e será realizada no dia 28 de junho de 2008, com largada prevista para as 12.00horas.
#1º - As equipes deverão ser compostas de 3 a 4 pilotos;
# 2º - Todos os pilotos inscritos deverão correr no mínimo 1 fenda;
Artigo 3º - A loja fornecerá troféus às 3 (três) primeiras equipes colocadas na prova e um troféu para as equipes restantes.
# 1º - As empresas que apóiam o evento fornecerão brindes que serão distribuídos aos pilotos de acordo com suas performances, a explicitar posteriormente.
Artigo 4º - A loja é a responsável pela coordenação da prova, cabendo ela a indicação do diretor da prova, que será a autoridade competente para o fiel cumprimento dos horários estabelecidos e dos itens do presente regulamento.
Artigo 5º - Os pilotos de cada equipe inscrita na competição são os únicos responsáveis pelos seus atos durante o evento, incidindo sobre a equipe as punições que vierem a ser aplicadas por infração do presente regulamento.
Artigo 6º - Inscrições.
# 1º - As equipes deverão confirmar sua participação e efetuar suas inscrições até 48 horas de antes da prova, no valor de R$ 30,00 (trinta reais) por piloto.
Capítulo II - Parte Técnica
Seção I - MOTORES E TRANSMISSÃO
Artigo 7º - Os motores homologados são exclusivamente, os Parma #499, FDX e Super16D, com:
a
) Caixas: Originais do motor Parma #499, idem FDX e para o S16D, nacionais(TWP ou RED FOX) sem qualquer tipo de trabalho, exceto solda sua bucha e colagem dos imãs. Não serão permitidos rolamentos;
b) Cabeçote: Original do motor Parma #499, FDX e das caixas nacionais, sem qualquer tipo de trabalho. É permitida a substituição dos postes originais por outros modelos ou marca. Não será permitido o uso de shunt;
c) Imã: Originais do motor Parma #499, do FDX e das caixas nacionais. Não será permitido qualquer tipo de trabalho de aproximação ou retificação dos imãs, sendo permitido apenas a recarga e colagem dos mesmos com cola a base de cianoacrilato (super Bonder);
d) Carvão: Será permitida a troca do carvão original por outro de qualquer marca;
e) Mola: Será permitida a substituição por outra de qualquer procedência. Não será permitido o uso de teflon nas molas;
f) Induzidos: Será permitido resinar, avançar e balancear o induzido, seja qual for o método. O coletor poderá ser retificado. Será permitido a amarração e o uso de CAP no mesmo;
g) Bucha: A bucha da caixa poderá ser soldada e a do cabeçote poderá ser colada. Ambas poderão ser trocadas apenas por outras idênticas e de mesma marca. Não será permitido o uso de rolamento;
h) Transmissão: É permitido o uso de pitch 48 ou 64. Será proibido o uso de coroa com dentes angulares e com centro de alumínio e apenas os dentes de polímero; É permitido o uso de pinhão angulado;
i) A quantidade de motores utilizados na prova é ilimitado;
j) Qualquer item não mencionado na preparação de motor será proibido.
Seção II - CHASSIS
Artigo 10º - é permitido a utilização de qualquer chassis 1:24, transversais desde que tenha sido vendido em loja e sua produção tenha sido de série. O uso de outro modelo somente será permitido se homologado pela loja e disponíveis no mercado.
# 1º - Não é permitido o uso de rolamentos.
Artigo 11º - Durante a prova o piloto deverá ter atenção especial à altura dos pneus para que o chassis não arraste na pista, sob pena de punição. Altura mínima de largada é de 1 mm.
# Haverá vistoria de altura durante a prova e a critério do diretor de prova;
Artigo 12º - Não é permitida a troca de chassis durante a prova.
Seção III - CARROCERIAS
Artigo 13º - O modelo de carroceria da prova é a Peugeot 905.
#1º - A altura de qualquer ponta da carroceria, em condição de corrida, em relação à pista será de, no máximo 45 mm. O corte da carroceria deverá obedecer basicamente à linha de corte do fabricante;
#2º - Deverá ser aplicada na carroceria o numero do piloto (nº da inscrição na loja) em pelo menos 1 (uma) posição na mesma e que deverá estar visível pela parte externa da bolha. Ao lado do "cockpit" deverá ser adesivado ou pintado ou escrito o nome dos pilotos.
#3º - Aqueles que não têm números na loja, devem solicitar por telefone à direção da mesma.
Artigo 14º - Será permitida apenas uma troca de carroceria durante a prova.
Seção IV - EIXO, PNEUS TRASEIROS E OUTROS COMPONENTES.
Artigo 15º - Só será permitido o uso de pneus traseiros na cor preta e de fabricação nacional, desde que comercializado no atacado e oferecido em larga escala para consumo.
Artigo 16º - A bitola máxima do carro será de 82.6mm.
Artigo 17º - Demais componentes e procedência:
A) O eixo será de livre fabricação e procedência, não sendo permitido o uso de eixos vazados, devendo ser 3/32.
B) A Guia será de livre procedência e fabricação;
C) As buchas serão de livre fabricação e procedência, sendo vetado o uso de rolamentos;
D) Os fios não poderão ser do tipo rígido;
Artigo 18º - Não haverá limite de peso mínimo ou máximo.
Capítulo III - PROCEDIMENTOS DE CLASSIFICAÇÃO E CORRIDA
Seção I - GENERALIDADES
Artigo 19º - A prova constitui-se de treino livre e tomada de voltas para classificação das equipes, obtendo-se a classificação pela que fizer o maior número de voltas em 1 minuto e assim sucessivamente.
Seção II - VISTORIAS
Artigo 20º - Todos os carros e os motores sobressalentes, serão inspecionados e deverão ser entregues meia hora antes do início da prova, ficando os mesmo, a partir da vistoria, sob a guarda da loja até o momento da bateria em que o carro correrá. Neste momento os carros serão entregues assim como os motores reservas àsrespectivas equipes. A inspeção será feita pelo diretor de prova, conforme as especificações técnicas constantes no presente regulamento sendo composta de:
a) Inspeção e lacre da carroceria com verificação de número e nomes;
b) Inspeção de altura total da carroceria em relação à pista;
c) Inspeção do lacre do chassi;
d) Inspeção e lacre dos motores;
e) Inspeção da bitola do carro;
f) Inspeção e lacre da fixação do motor no carro com verificação de caixa, cabeçote, imã e induzido.
#1 - No caso de substituição do motor, a mesma será feita com a presença de algum representante de outra equipe participante do evento, indicado pelo diretor de prova.
Artigo 21º - Os carros poderão ser vistoriados a qualquer momento durante a realização das baterias pelo diretor de prova e a não observação dos lacres de motor, chassi, carroceria ou componentes, implicará na desclassificação da equipe da prova, não importando o motivo alegado.
Artigo 22º - Ao final da prova, os carros dos 3 (três) primeiros colocados poderão ser vistoriados.
Seção III - ELIMINATÓRIA / CLASSIFICAÇÃO
Artigo 23º - A tomada de tempo será feita por número de voltas considerando-se o maior número de voltas dado em 1 minuto.
#1º - As voltas serão tomada na pista laranja. Caso ocorra algum problema com a mesma, será tomada na pista azul;
#2º - O critério de classificação será do maior para o menor número de voltas, cabendo desta forma, a pole position ao maior número de voltas.
Seção IV - BATERIAS
Artigo 24º - Cada bateria é final e o piloto deve correr em todas as fendas da pista com rodízio seguindo o sistema americano.
#1º - O tempo de corrida em cada fenda será de 45 minutos por 3 minutos de intervalo;
#2º - Não haverá parada de pista em caso de pequenos acidentes sendo somente executada a mesma à critério do diretor de prova.
Artigo 25º - Sendo verificada pelo diretor de prova a ocorrência de perda de algum item do carro como número ou de identificação de fenda, o piloto será comunicado e deverá repará-lo de imediato caso ponha em risco os demais competidores, ou para a próxima fenda da etapa que estiver participando.
Artigo 26º - Não será permitido retirar o carro da pista quando a corrida for interrompida por qualquer motivo.
Artigo 27º - Ao término da bateria, será proibido, sob qualquer pretexto retirar o carro da pista, para manutenção, mesmo após a identificação das barras. Os carros deverão ser posicionados na próxima fenda a ser corrida, imediatamente após a liberação do diretor de prova. Na última fenda da prova, os carros permanecerão na pista até serem liberados pelo diretor de prova.
Artigo 28º - Como as pistas utilizam o sistema de tape interrompido, o carro que eventualmente estiver sobre a mesma, quando houver uma paralização por qualquer motivo, será arrastado imediatamente para o local determinado pelo diretor de prova.
Artigo 29º - O uso de "glub" será liberado, sendo que a pista será "glubada" antes da tomada de tempo das equipes, sendo proibido pranchetar durante a corrida.
Seção V - RECOLOCAÇÃO DOS CARROS
Artigo 30º - Todos os pilotos que não estejam participando da bateria poderão ser convocados para a função de recolocadores pelo diretor da prova.
#1º - Cada equipe fornecerá um piloto por fenda para recolocar;
#2º - A equipe que não fornecer um piloto para exercer a função de recolocador numa fenda, terá descontadas 20 voltas na sua contagem final;

#3º - Nenhum piloto exercendo a função de recolocador poderá ser substituído por outra pessoa mesmo que esteja participando do evento, salvo autorização do diretor de prova após comprovação de impedimento por força maior
Artigo 31º - O recolocador é obrigado a permanecer em seu posto durante a corrida, recolocando o carro na fenda no lugar onde este saiu e de acordo com a cor do adesivo de identificação que estiver colado em sua parte dianteira.
Artigo 32º - O recolocador não fará manutenção de espécie alguma nos carros, tais como arrumar os contatos, desamassar carroceria, apertar a coroa ou os pneus traseiros ou outro problema qualquer; ocorrendo algum problema com o carro o recolocador o entregará imediatamente a um componente da equipe cujo carro apresentou problema.
OBS 1: Sendo três pilotos, um pilota, outro gandula e, o último, faz box; essas tarefas serão previamente combinadas pelos membros da equipe e informadas à direção de prova.
OBS 2: Durante a fenda o piloto só poderá trocar de função com os membros de sua equipe nas janelas que serão abertas dos 20 aos 25 minutos de cada fenda; o recolocador e o mecânico podem trocar de função caso queiram;
OBS 3: O piloto, caso queira, poderá fazer seu próprio box apenas se retirando da pista e se dirigindo ao mesmo; após o reparo entrega seu carro ao membro da equipe que está recolocando e retorna a seu lugar na pista.
Seção VI - HORÁRIOS
Artigo 33º - A prova será realizada no dia 28/06/2008
Artigo 34º - Os horários do evento serão:
a) Treinos Livres - de 10:00 às 11:00 hs
b) Entrega de carros para inspeção - 11:30 hs
c) Classificação - 12:00 hs
d) Início - 12:30 hs
OBS: A corrida começará às 12:30 hs.
Artigo 35º - Antes do início da prova, a pista será liberada pelo tempo de 3 (três) minutos para treino de aquecimento e acertos finais dos carros, findo os quais a prova se iniciará imediatamente, com qualquer número de carros no grid de largada.
Capítulo IV - PENALIDADES E RECURSOS
Artigo 36º - Serão consideradas faltas passíveis de punições, infrações a qualquer item deste regulamento, atitudes anti-desportivas, uso de palavras de baixo calão ou em alto tom.
Artigo 37º - caberá ao diretor de prova, aplicar as penalidades abaixo descritas aos pilotos e recolocadores, inscritos na prova:
a) advertência verbal;
b) Perda de 1 volta na fenda;
c) Perda de 5 voltas na fenda;
d) Desclassificação na fenda;
e) Desclassificação da prova.
Artigo 38º - Em se tratando de reclamação sobre componentes dos carros, a equipe reclamante deverá depositar junto ao diretor de prova, o valor correspondente a 2 vezes o valor médio de mercado para cada item reclamado.
Artigo 39º - Se constatadas irregularidades nos componentes do carro reclamado, o reclamante receberá de volta o valor depositado junto ao diretor de prova e este aplicará à equipe reclamada, a sanção prevista no artigo 37º- item "e" do presente regulamento.
Artigo 40º - Caso não seja constatada nenhuma irregularidade nos componentes do carro reclamado, o valor depositado pelo reclamante junto as diretor de prova, será repassado ao piloto reclamado.
Capítulo VI - DISPOSIÇÕES FINAIS
Artigo 41º - Casos omissos no presente regulamento, serão analisados e julgados pelo diretor de prova, cuja decisão será soberana.


Campeonato Oficina de Autorama de Nascar

Regulamento

Carros – Modelo Nascar de fabricação SCX e vendidos nas lojas.
Motor – Turbo Plus 19.000 RPM, sorteado.
O motor será adquirido na loja ao custo de R$ 30,00 cada motor.
O motor ficará sob a guarda da loja até o término do campeonato.
Os motores serão sorteados a cada etapa do campeonato e entregues aos pilotos para realizar a corrida; ao término da mesma o motor será devolvido à loja para guarda do mesmo.
No caso de quebra normal do motor este será substituído por um outro Turbo Plus 19.000 RPM novo e o custo de R$ 30,00 será divido por todos os participantes do campeonato.
No caso de queima ou quebra do motor por motivo de mau uso do piloto, este receberá o motor queimado e deverá fazer o pagamento de um novo motor Turbo Plus !9.000 RPM para que possa correr na próxima etapa.
Não será permitido colocar o motor na fonte seja qual for o motivo.
Não será permitido o uso de qualquer aditivo nos motores.
Não será permitido o uso de lubrificantes no motor. Os motores já virão lubrificados para cada corrida.
Chassi – Original do modelo sem retrabalho.
Não é permitido o uso de calço no eixo traseiro para apoio da coroa ou outro artefato no mesmo.
O suporte do motor ou berço do motor é parte integrante do chassi.
Guia – Original do modelo.
Carroceria – Permitido o rebaixamento em relação ao chassi assim como a abertura dos para lamas.
É obrigatório manter todos os componentes da carroceria e interior originais.
Não é permitida qualquer alteração no interior ou exterior da carroceria, salvo repintura.
Habitáculo - O habitáculo é considerado parte integrante da carroceria, devendo manter-se como foi originalmente fornecido.
Piloto - Deve ser mantida a figura tridimensional de origem .
Eixos – Dianteiro Livre , não vazado de diâmetro 3/32”;
Traseiro original ou livre não vazado caso seja usada a coroa de centro de aço (fixada por pivô).
Buchas/mancais – originais, permitido Trion compatível
Pinhão - Original ou similar ao modelo com 9 dentes e pitch 48, permitido Trion compatível. .
Coroa – De pictch 48, original de 27 dentes ou poderá ser substituída pela de alumínio de 27dentes de mesmo pitch da marca SCX, vendida também na loja Oficina do Autorama ou Trion compatível.
Rodas – Traseiras originais do modelo ou de alumínio a venda na loja Oficina do Autorama;
Dianteiras modelos SCX plástico ou alumínio dos modelos SCX, permitido Trion compatível.
Bitola – Máxima de 67 mm para ambos os eixos. Gabarito à venda na loja Oficina do Autorama.
Pneus – Dianteiros Originais da SCX com rebaixamento livre, de qualquer modelo.
Traseiros originais com rebaixo livre, altura do carro mínima de 1 milímetro.
Os carros que arrastarem na pista deverão trocar os pneus imediatamente.
Ímãs – dois Imãs retangulares 25x7x2.5 a venda na loja.
Dianteiro , colocado na vertical atrás do ressalto do guia; traseiro no local próprio do original com face no chassi.
Corrida – O mesmo critério das demais corridas de réplica, com tempo de 3 minutos com intervalo de fendas de 2 minutos, para as 8 fendas
Tomada de tempo - Será feita a escolha da fenda na primeira etapa; após a etapa inicial será no sentido de rotação da pista , (vermelha,verde,azul etc) o mesmo para os dois circuitos.



REGULAMENTO OFICIAL Mundial de F 1 de Autorama de 2008 - Brothers Slot Car Club

CAPITULO I - DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Artigo 1º - Este Regulamento aplica-se ao Campeonato Mundial de F 1 2008 - PARMA 499 para automodelos de fenda, na escala 1:24, organizado pela BROTHERS SLOT CAR CLUB, que será realizado na pista do clube promotor:
BROTHERS SLOT CAR CLUB: RUA DO DIÁLOGO, 30 - Fone 9345-0122.
Artigo 2º - O Campeonato consiste de 11 provas sendo dividido em duas etapas de 5 provas e uma prova final que definirá o campeão geral.
Primeira etapa de Fevereiro a Junho definindo o vencedor da 1ª etapa
Segunda etapa de Julho a Novembro definindo o vencedor da 2ª etapa
E a prova final em Dezembro que definirá o campeão carioca de F1
Artigo 3º - A seleção das equipes que competirão se dará:
§ 1º - por sorteio dos nomes das equipes ou pela opção de escolha de uma equipe antiga não citada na F1 2008.
Artigo 4º - A BROTHERS é a responsável pela coordenação da prova, indicando os Diretores de Prova, que serão: 1 ALEXANDRE MIRANDA RIBEIRO, 2 MARCELO MIRANDA RIBEIRO, 3 (TRÊS) PILOTOS SORTEADOS QUE SERÃO OBSERVADORES DURANTE AS VISTORIAS E PROVA COM A RESPONSABILIDADE DE MONITORAR QUAISQUER ANORMALIDADES. .Alexandre será a autoridade competente para o fiel cumprimento dos horários estabelecidos e dos itens do presente regulamento. O Diretor da Prova será único ao menos durante cada bateria do evento.
Artigo 5º - O piloto inscrito na competição é o único responsável pelos seus atos durante o evento, incidindo somente sobre si as punições que vier a sofrer por infração do presente regulamento.
Artigo 6º - A inscrição será de R$ 20,00 por prova, acrescida de R$ 20,00 pelo jogo de pneus a ser utilizado na corrida.
CAPITULO II - PARTE TÉCNICA
SEÇÃO I - MOTORES E TRANSMISSÃO
Artigo 7º - Os motores homologados são exclusivamente o Parma #499, podendo ser usados até 02 motores por corrida, com:
a) Caixa: original Parma, permitida solda de sua bucha. Não são permitidos rolamentos;
b) Cabeçote: original Parma, sem qualquer tipo de trabalho.
c) Imã: original do fabricante.permitido dar carga
d) Induzidos: original Parma, Permitido rebalancear, amarrar, resinar, dar passe no coletor e avançar o coletor e cap.
e) carvão e molas livres.
Artigo 8º - Os pinhões permitidos são os das marcas FAAS, Sonic, GT1, Camem e Koford, em pitch 64, angulares e sem tratamento térmico ou de acabamento. OBRIGATORIO PINHÂO DE 10 DENTES.
Artigo 9º - As coroas permitidas são obrigatoriamente de nylon das marcas Pro Slot, Hi Speed, PSE, Red Fox, JK e TWP, em pitch 64, não anguladas, . São expressamente proibidos os modelos angulados, as com centro total em alumínio (que apresentam somente os dentes em nylon), OBRIGATÓRIO COROA DE 39 DENTES.
SEÇÃO II - CHASSIS
Artigo 10º Homologados a partir de 2005
§ 1º - Somente serão permitidos ajustes de folga e retrabalho de soldas, sem a eliminação, substituição ou adição de qualquer de seus componentes.
§ 2º - O ajuste no comprimento do chassi respeitará o original do fabricante, que é a distância entre o centro do pino do guia e o centro do eixo traseiro
# 3º - Não serão obrigatórias as rodas dianteiras.

Artigo 11º - A altura livre em relação à pista deverá ser no mínimo de 1.0 mm
A
rtigo 12º - Não será permitido troca de chassis durante a prova.
SEÇÃO III - CARROCERIAS
Artigo 13º - Os modelos de carrocerias do Campeonato são F 1 Proparts, à venda na loja .
§ 1º - A altura mínima do aerofólio traseiro do carro, em condição de corrida, em relação à pista será de 47,00 mm ao começo e 46.00mm ao final da prova. O spoiler dianteiro 6.00 mm
§ 2º - A carroceria deverá cobrir o carro totalmente no sentido longitudinal (visto por cima, deverão estar completamente ocultos até a parte de trás dos pneus e o guia, inclusive).
Artigo 14º - Não será permitida a troca de carrocerias durante a prova.
SEÇÃO IV - EIXO, PNEUS TRASEIROS E OUTROS COMPONENTES.
A
rtigo 15º - Só será permitido o uso de pneus lacrados na corrida. Estarão a venda pneus sem lacre, do mesmo modelo do lacrado para os treinos livres.
§ 1º - Em cada prova será escolhido um único tipo de pneu, a critério do clube, e que será distribuído mediante sorteio entre os competidores.
§ 2º - A partir da tomada de tempo será obrigatório o pneu da corrida lacrado.
Artigo 16º - A bitola máxima do carro será de 82,65 mm. O pneu poderá ser cortado, a critério do piloto.
Artigo 17º - Demais componentes devem atender a:
a) O Eixo será de livre fabricação e procedência, não sendo permitido o uso de eixos vazados;
b) O Guia será de livre fabricação e procedência;
c) As Buchas serão de livre fabricação e procedência, sendo vedado o uso de rolamentos;
d) Os Fios não poderão ser do tipo rígido.

e)obrigatório o uso de rodas dianteiras
Artigo 18º - O carro não terá limite de peso, podendo ser usado chumbo adesivo.
CAPITULO III - PROCEDIMENTOS DE CLASSIFICAÇÃO E CORRIDA
SEÇÃO I - GENERALIDADES
Artigo 19º - As provas constituem-se em tomada de tempo e divisão em baterias, que serão finalizadas pelo SRT.

SEÇÃO II - VISTORIAS
Artigo 20º - Todos os carros e motores serão inspecionados, durante o tempo destinado a tal e lacrados pelo Diretor de Prova, conforme as especificações técnicas constantes no presente regulamento, sendo feita:
a) Inspeção e lacre da carroceria com verificação de números e originalidade da pintura;
b) Inspeção das alturas totais da carroceria em relação à pista;
c) Inspeção e lacre do chassi;
d) Inspeção da altura livre da parte traseira do chassi em relação à pista;
e) Inspeção da bitola das rodas traseiras;
f) Inspeção e lacre do motor soldado no carro e lacre do motor reserva, com verificação dos mesmos.
§ 1º - Nos casos em que seja necessário refazer a solda do motor, ou trocar o motor, o piloto deverá comunicar ao Diretor de Prova, antes que a mesma seja refeita, para ser efetuado um novo lacre do motor no chassi, antes do retorno à prova.

Artigo 21º - Os carros poderão ser vistoriados a qualquer momento durante a realização das baterias pelo Diretor da Prova, e a não observação dos lacres de motor, chassis, carroceria ou componentes, implicará na desclassificação do piloto da prova, não importando o motivo alegado.

Artigo 22º - Ao final de cada bateria todos os carros serão recolhidos ao balcão do clube e só serão entregues ao término da prova, sendo que os 3 (três) primeiros colocados permanecerão à disposição do Diretor da Prova até o final das baterias para serem obrigatoriamente vistoriados novamente, quando poderão ser desclassificados se verificada qualquer infração a este Regulamento.
SEÇÃO III - CLASSIFICAÇÃO
Artigo 23º - Será efetuada adotando-se o resultado do sorteio randômico promovido pelo sistema de computação da prova.
SEÇÃO IV - BATERIAS
Artigo 24º - Em cada bateria, o piloto deve correr em todas as fendas da pista, com rodízio seguindo o sistema americano.
§ 1º - O tempo de corrida em cada fenda será de 3:00 minutos de corrida por 2:00 minutos de intervalo.
§ 2º - Uma faixa com a cor da fenda que estiver sendo corrida deverá ser obrigatoriamente fixada e mantida no carro. A colocação da faixa de fenda é de obrigação do piloto.
Artigo 25º - Sendo verificada pelo Diretor de Prova a ocorrência de perda de algum item do carro como números ou faixa de identificação de fenda, o piloto será comunicado e deverá repará-lo de imediato, caso ponha em risco os demais competidores, ou, podendo repará-lo na próxima fenda da etapa que estiver participando.
Artigo 26º - Não será permitido retirar o carro da pista quando a corrida for interrompida por paradas ou problemas técnicos (interrupção para vistoria excepcional, punições, irregularidades, etc.).

Artigo 27º - Ao término da última fenda de cada Bateria será proibido aos pilotos ou suas equipes, sob qualquer pretexto, retirar os carros da pista, mesmo após a identificação das barras. Aqueles carros que por qualquer motivo não completem a Bateria deverão ser entregues no balcão da loja patrocinadora. A barra a ser considerada, neste caso, será a "zero". Os carros ao final serão retirados da pista por uma pessoa indicada pelo diretor de prova.

Artigo 28º - Como as pistas utilizam o sistema de "tape" interrompido, o carro que eventualmente estiver sobre este trecho, quando houver uma paralisação por qualquer motivo, será arrastado imediatamente para o local determinado pelo Diretor de Prova.

Artigo 29º - É obrigatório o uso, por todos os pilotos, do cartão de pista durante os intervalos de fenda.

§ 1º - O cartão de pista deverá ser colocado na fenda em que o piloto irá correr após o intervalo, na mesma posição (barra) em que terminou a fenda anterior.
Artigo 30º - Liberado o uso de Glubs
§ 1º - A pista poderá ser glubada a cada intervalo de baterias (nunca de fendas), a critério do diretor da Prova e Comissão Técnica.
SEÇÃO V - RECOLOCAÇÃO DOS CARROS
Artigo 31º - Todos os pilotos que não estiverem participando da bateria corrente poderão ser convocados para a função de recolocadores pelo Diretor da Prova.

§ 1º - Qualquer piloto que não esteja participando da primeira Bateria será convocado a recolocar nessa bateria. A partir daí serão recolocadores da segunda os que correram na primeira, e assim sucessivamente, até que os da última tenham como recolocadores os da penúltima Bateria;
§ 2º - O piloto que não exercer a função de recolocador quando solicitado terá descontado 10 pontos na sua pontuação total no Campeonato;
§ 3º - Nenhum piloto exercendo a função de recolocador poderá ser substituído por outra pessoa, mesmo que esta esteja também inscrita no evento, salvo com aceitação do Diretor de Prova, após comprovação de impedimento por força maior.
Artigo 32º - O recolocador é obrigado a utilizar o jaleco identificador e a permanecer em seu posto durante a corrida, recolocando o carro na fenda no lugar onde este saiu e de acordo com a cor da faixa de identificação que estiver colada na sua parte dianteira.
Artigo 33º - O recolocador não terá a obrigação de arrumar os contatos, carroceria amassada, apertar a coroa ou os pneus traseiros ou outro problema qualquer que ocorrer com o carro devendo, caso necessário, entregar o mesmo imediatamente ao piloto.

SEÇÃO VI - HORÁRIOS
Artigo 34º As provas o correrão sempre aos Sábados às 15:00 hs.
Artigo 35º - Os horários dos diversos eventos em cada prova serão:
Pista livre as 12;00hs
Artigo 36º - No início de cada Bateria a pista será ligada pelo tempo de 2 (dois) minutos para treino de aquecimento, inspeção e acerto dos carros, findo os quais a prova se iniciará imediatamente, com qualquer número de carros no grid de largada.
CAPITULO IV - PENALIDADES E RECURSOS
Artigo 37º - Serão consideradas faltas passíveis de punição infrações a qualquer item deste Regulamento, atitudes anti-desportivas, uso de palavras de baixo calão ou em alto tom.
Artigo 38º - Caberá ao Diretor de Prova, aplicar as penalidades abaixo descritas aos pilotos e recolocadores, inscritos na etapa: .
a) Advertência verbal;
b) Perda de 10 voltas na etapa (fenda);
c) Perda de 20 voltas na etapa (fenda);
d) Desclassificação da etapa (fenda);
e) Desclassificação do campeonato;
Artigo 39º. Sempre será cobrada taxa no valor de 50% da inscrição por itens do recurso, a ser pago na entrega do mesmo a direção de prova em espécie. Sendo que está taxa jamais será devolvida mesmo que o recurso tenha sido aceito.
Artigo 40º -. No caso de protesto a outro concorrente, e caso seja julgado improcedente, metade da taxa irá para o protestado.
Artigo 41º - caso haja mais de 3 (três) protestos os mesmos ficarão retidos no club para em nova data serem vistoriados.

Parágrafo 1º · Os recursos quanto às penas aplicadas ou reclamações sobre qualquer procedimento deverão ser impetrados em no máximo 15 minutos após o final da prova e sua divulgação. O recurso deverá ser feito por escrito e assinado, sendo que em se tratando de resultado final poderão ser julgados imediatamente ou a posteriori, de acordo com a decisão da Comissão.
Em se tratando de recurso necessário ao andamento da corrida, este será julgado imediatamente.

CAPITULO V - PONTUAÇÃO E PREMIAÇÃO
SEÇÃO I - PONTUAÇÃO

Artigo 42º - A pontuação geral dos pilotos em cada etapa, será da seguinte forma:

1º - 30 pontos 11º - 18 pontos 21º - 6 pontos
2º - 29 pontos 12º - 17 pontos 22º - 5 pontos
3º - 28 pontos 13º - 16 pontos 23º - 4 pontos
4º - 27 pontos 14º - 15 pontos 24º - 3pontos
5º - 26 pontos 15º - 14 pontos 25º - 2 pontos
6º - 25 pontos 16º - 13 pontos 26º - 1 pontos
7º - 24 pontos 17º - 12 pontos
8º - 23 pontos 18º - 11 pontos
9º - 22 pontos 19º - 10 pontos
10º - 21 pontos 20º - 9 pontos
9º - 20 pontos 19º - 8 pontos
10º - 19 pontos 20º - 7 pontos

§ 1º - haverá 1 ponto extra para pole.
§ 2º - Haverá 1 (um) descarte da menor pontuação obtida no Campeonato, em prova corrida (obrigatória a largada). A pontuação nula de uma prova não corrida não será descartada.
Artigo 43º _ Premiação aos 3 (tres) primeiros em cada etapa e aos 8 (oito) melhores colocados no campeonato.

CAPITULO VI - DISPOSIÇÕES FINAIS
Artigo 44º - Casos omissos no presente regulamento, serão analisados e julgados pelo Diretor de Prova, cuja decisão será soberana, não cabendo recurso sobre a mesma.
Alexandre Brother
JANEIRO 2008


RÉPLICAS - Regulamento do Campeonato Carioca de 2007

O campeonato será dividido em duas categorias.
1-. MODELOS ADMITIDOS:
Serão admitidos na categoria, réplicas de carros reais homologados para participação em campeonatos:
SCX TECNYTOYS
Classe 1: Turismo " DTM"
Classe 2: Grã-Turismo "GT"
2-. CARROCERIA :
As carrocerias devem ser reproduções em escala 1/32 de acordo com os dados do fabricante.
MATERIAL:
Fabricada em plástico tipo abs ou polietileno injetado.
PEÇAS OBRIGATÓRIAS:
É obrigatório manter todos os componentes da carroceria, chassi e interior originais.
Não é permitida qualquer alteração no interior ou exterior da carroceria (tirar/cortar partes).
A carroceria deve cobrir todos os elementos mecânicos nas suas vistas vertical, frontal, posterior bem como através das superfícies transparentes (vidros ou faróis).
Permitido trocar as lâmpadas dos faróis e lanternas traseiras.
DECORAÇÃO:
A decoração é livre, devendo manter-se as superfícies transparentes originais.
Pode haver repintura com nova decoração.
HABITÁCULO:
O habitáculo é considerado parte integrante da carroceria, devendo manter-se como originalmente fornecido.
PILOTO:
Deve manter-se a figura tridimensional de origem.
3-. CHASSI :
TIPO
Original do carro.
Permitido furar o chassi para instalação de um segundo ímã na frente, que deve ficar facetado com a base do chassi.
MATERIAL
Original do modelo, plástico injetado.
SUPORTE DE MOTORES
Original fornecido com o modelo, sem qualquer modificação.
É permitida a colagem do motor nos suportes, na sua posição correspondente.
É proibido aliviar peso, usinar ou cortar/tirar partes; é permitido adicionar pesos fixos.
ÍMÃS:
Será permitido apenas o uso de um (01) ímã traseiro retangular ou dois (02) pequenos ímãs retangulares no corte próprio original do chassi.
Podem ser de qualquer marca, uma vez que a SCX não os disponibiliza para venda.
SUPORTES DO EIXO TRASEIRO:
Os originais do chassi sem modificações.
SUPORTES DO EIXO DIANTEIRO:
Os originais do chassi, podendo ser reforçados de forma a limitar o movimento vertical do eixo, o qual deverá continuar integralmente inscrito no perímetro original dos suportes.
No caso de ter buchas de plástico na dianteira, estas poderão ser substituídas por buchas de metal da SCX ou de outro fabricante nacional, desde que no formato carretel e para eixos 3/32.
FIXAÇÃO DA CARROCERIA:
Mediante o sistema original fornecido.
É permitido o reforço dos pinos de fixação da carroceria.
4-. TRANSMISSÃO :
TIPO:
Mecânico do tipo pinhão/coroa, na posição original.
TRAÇÃO:
Traseira.
Carros com tração 4X4 poderão participar desde que usem motores RX 41 ou 42 somente com tração traseira.
PINHÂO:
Original do modelo SCX ou similar com 9 dentes e mesmo diâmetro.
COROA :
Original do modelo SCX ou similar com 27 dentes e mesmo diâmetro.
RELAÇÃO DE TRANSMISSÃO:
Original de fábrica, nos seus vários modelos.
5-. EIXOS :
EIXOS:
Originais fornecidos com o modelo.
Nos modelos equipados originalmente com semi-eixos dianteiros, estes podem ser substituídos por um eixo inteiro.
BUCHAS:
Se forem de nylon nas rodas dianteiras, permitido colocar buchas tipo carretel da SCX ou similar nacional.
Podem ser coladas ao chassi.
Não é permitido o uso de rolamentos.
FOLGAS:
É permitido o uso de anilhas e/ou espaçadores para redução de folgas nos eixos.
6-. RODAS :
Originais dos modelos que existam para vender, podendo os pneus ser retificados, mantendo a altura mínima do solo para o chassi, especificado no item 9.
As rodas completas montadas nos eixos, não poderão ultrapassar a bitola que vier originalmente no carro.
Alguns modelos de carros não têm disponibilizados, pela SCX, rodas originais sobressalentes; assim será permitida sua troca por outras desde que da marca SCX.
Não será permitido o uso de rodas Dome, F-1 ou outra da categoria protótipos.
Os pneus terão que ser da marca SCX.
7- GUIAS E CONTATOS :
GUIAS:
Único, do fabricante do carro, podendo ser desbastado e devendo estar situado na posição prevista no chassi, e original do modelo.
CONTATOS:
Para réplicas, de livre fabricação.
8-. MOTOR:
MOTORES HOMOLOGADOS:
SCX – motores RX 41 e RX 42.
CARACTERISTICAS:
De série com exclusividade para um preparador que os igualará dentro do possível.
Poderão ser sorteados, não permitido ao piloto usar o seu próprio motor caso o sorteie por acaso.
Os motores serão entregues ao responsável pelo certame que os numerará e os entregará ao preparador responsável cujo trabalho será o de dar passe no coletor e acertar os carvões que deverão ser os originais.
Após cada etapa os motores serão devolvidos ao responsável pelo campeonato que ficará de posse dos mesmos.
Nos modelos SCX poderá haver medição do desempenho dos motores, seja através de amperímetro, fonte ou máquina medidora SCX, e quando passados no verificador de fonte elétrica de 12 volts com 800ma contínua, só poderão oscilar entre 0.21 e 0.45.
Quando passados em 12v a corrente máxima é de 210mA, rodando livre, sem coroa; o numero máximo de RPM é de 17 800.
9-. PESOS e MEDIDAS :
É permitido o uso de lastros desde que solidamente fixados no interior do modelo.
A distância mínima do modelo ao solo é de 1,5mm, no ponto mais baixo do chassi
10-. CONTROLES
Liberados
11-LUZES
Não podem ser desligadas; no caso de queima durante a corrida, terão que ser substituídas para a próxima etapa.
12- LASTRO :
O vencedor de cada etapa poderá ter acrescentado um peso de três gramas a mais em seu modelo, a cada vitória, a critério da Comissão.
13- DISPOSIÇÕES GERAIS :
Os carros SCX correm juntos, mas classificam-se em separado: GT e Turismo.
14- DO CAMPEONATO:
A Taça Rio de Janeiro de Réplicas - Campeonato Carioca - será composto de 7 (sete) etapas, começando no dia 17/03/2007 e poderá ser disputado em mais de uma pista, a critério dos organizadores.
15-PONTOS:
A pontuação será a seguinte: 12 - 11 - 10 - 9 - 8 - 7 - 6 - 5 - 6 - 5 - 4 - 3 - 2 - 1 - 1 - 1 - 1 - 1 - 1 - 1 - etc
A pole dará tambem 1 ponto.
16-DESCARTE:
Haverá descarte de 1 etapa.
17-PREMIAÇÃO:
Haverá medalhas aos três (03) primeiros colocados de cada etapa e troféus aos oito (08) primeiros colocados no Campeonato.
18-INSCRIÇÕES:
Os pilotos que contribuíram para a compra do tape magnética pagarão R$ 20,00 de inscrição por etapa:
Os pilotos que não contribuíram, pagarão R$ 25,00 de inscrição por etapa.
No caso de quebra de motor durante a corrida ou o treino para a mesma, no mesmo dia, haverá cotização entre os pilotos para substituição do mesmo.
19-TÁBUA:
Será permitido o uso de tábua energizada para limpeza dos pneus a qualquer momento durante a prova.
20-TEMPO DE PROVA:
As baterias terão a duração de 3min X 1,5min de intervalo.

O que não estiver permitido acima, é proibido.
Os casos omissos do presente regulamento serão decididos pela organização e pelos pilotos presentes na prova.
As alterações acima foram feitas por determinação da comissão organizadora.


.


Carta da SCX - Tecnotoys a respeito dos motores:
www.scx.es
Conforme solicitação feita através de e-mail endereçado a nossa sede, respondemos o seguinte:
Os rotores RX41 e 42 têm as seguintes características; Fio 32 onças de bitola com total de 72 voltas de rebobinamento com verniz isotérmico BBF093 de colorização incolor, sendo o induzido feito em ferro assimuth especificação ITAF33 com diâmetro de 6 polegadas com 26 placas e sem balanceamento algum. O cabeçote feito em cobre expecificaçãoITAC871/b de três pás com diâmetro de 0,03mc de parede e colado com prata.
Os imans tem carga positiva de 53% de Nêutron, 5% cobalto e 42% de negatividade passiva. Verificação multimêtrica de X1K= 200
Estes rotores passados em verificador de fonte elétricos de 12 volts com 800ma continuo, terá que oscilar entre 0.21 a 0.52.
Qualquer outro padrão diferenciado a estes, deverá ser analisado, se houve modificação no avanço de cabeçote, pois todos são iguais, facilmente visível de alteração. Modificações nas molas ou nos carvões.
Nota: A oscilação indica que não houve retificação ou passe no coletor.
As molas são de cobre ITAC.733/cic com 7 voltas e 60 o de angulação.
Carvão de composição CO.0 o 03 em 30% de teor, cobreado de 22% de teor e 48% de carvoento ativo FA.66 de teor.
Podemos lhe informar que os nossos rotores são padrões, todos igualmente. Portanto facilmente verificável de determinação; falsa ou verdadeira. Todos sem rolimãs. Todos os rotores Tecnitoys dentro dos numerários F1, RX4, 6, 8, 10,41, 42, 81 + Pro turbo e Pro turbo plus, tem sua comercialização padrão para que possam participar de nossos campeonatos Nacionais e Mundiais, ficando colocado no grupo B2 do anexo A da Associação Espanhola de Slot Cars (AESC), no qual lhe enviamos junto o regulamento do ano de 2006.
Esperamos tê-lo servido da melhor maneira possível o seu pedido de informação sobre os nossos rotores.
Atenciosamente,
Pablo Alessandro Rossi Assessor Técnico SCX

COPA DA AMIZADE ( PARMA 499/502/PROSLOT FDX )

TÍTULO I
DA PARTE DESPORTIVA

Capítulo 1° - Das Disposições Preliminares
Art. 1° - Fica instituída uma Comissão com o propósito de organizar a COPA DA AMIZADE.
Parágrafo único: Formarão a Comissão ("Comissão") os seguintes membros:
- Silva Ramos
- Ivan Conceição
Art. 2° - Este Regulamento aplica-se às competições de Automodelismo de Fendal, na categoria Parma (protótipo / 1:24) para o ano de 2006, podendo sofrer alterações após este período, sempre em favor do aprimoramento da categoria e a critério da Comissão.
# 1º - Serão realizadas 04 provas com os nomes dos pilotos homenageados, a saber: Pedro Silva, Amílcar Amarante, Alvaro Wanderley e Ivan Cesar.
Art. 3° - A categoria Parma terá provas nas modalidades Sprint.
Art. 4° - Serão autoridades da competição o Diretor de Prova e os auxiliares técnicos.
Art. 5° - O Diretor de Prova será o responsável pela condução da competição cabendo-lhe o cumprimento firme e fiel deste Regulamento e da programação da prova, observando quando necessário, as informações de seus auxiliares. O Diretor de Prova será necessariamente um membro da Comissão ou indicado pela Comissão.
Art. 6° - O piloto é o único responsável por seus atos durante a competição, incidindo somente sobre ele as responsabilidades e punições que vier a sofrer.
Art. 7° - O piloto que for indicado para recolocação e por qualquer motivo alheio à Comissão, não o fizer no instante de início da prova será punido de acordo com os critérios estabelecidos neste Regulamento.

Capítulo 2° - Dos Procedimentos de Classificação e Corrida
Art. 9º - O Diretor de Prova será responsável pelo fiel cumprimento dos horários estabelecidos neste Regulamento, observando a orientação de seus auxiliares para o melhor desempenho de suas funções.
Art. 10º - Os horários de abertura e encerramento da pista, abertura e encerramento das inscrições, início das provas, e duração das provas, constam no Anexo 3 deste Regulamento.
Art. 11 - Será feita somente uma inscrição por piloto por carro na modalidade Sprint.
Art. 12 - Será obrigatória a utilização de "glub" na forma de spray (pulverizado) na pista, missão esta de responsabilidade exclusiva do lojista, mas aplicado conforme orientação do Diretor de Prova.
Parágrafo único - Haverá uma única pulverização de "glub" por evento, sendo que esta deverá ser feita logo que a pista estiver liberada aos pilotos. A pulverização única de "glub" deverá ser feita nas curvas e nas áreas imediatamente anteriores a estas.
Art. 13 - Não é permitido glubar os pneus de qualquer outra forma após a entrega dos carros para a inspeção técnica e durante todo o transcorrer da prova.
Art. 14 - Todos os carros serão inspecionados antes do início da etapa de classificação. A inspeção será feita da seguinte maneira:
1 - Verificar e marcar carrocerias;
2 - Verificar números (opcional);
3 - Verificar e marcar chassis;
4 - Verificar externamente e marcar motor; marcar também o 2º e 3º motores;
5 - Verificar altura livre da parte traseira do carro (1mm);
6 - Verificar bitola traseira (82,6mm) e largura do carro;
7 - Verificar altura total do carro - 38mm para Parma;
8 - Verificar rodas dianteiras (opcional);
9 - Verificar e marcar os pneus traseiros;
10 - Verificar peso do carro - mínimo 85g para Parma;
Art. 15 - A Tomada de Tempo será realizada na pista de cor laranja, de acordo com a posição americana de rotação das fendas.
Art. 16 - A ordem da Tomada de Tempo será feita por sorteio pelo computador.
Art. 17 - Caso haja qualquer problema com o sistema de classificação por melhor volta, o Diretor de Prova pode optar por de maior número de volta/barra na modalidade Sprint.
Art. 18 - Nas pistas onde houver sistema de "Tape interrompido" quando a pista for desligada e, por qualquer motivo, o carro que eventualmente estiver sobre o trecho será recolocado ou arrastado imediatamente à frente. Nas pistas em que é usado o sistema SRT, os carros que eventualmente estiverem sobre o trecho em questão serão ou não arrastados de acordo com a marcação de voltas que o sistema SRT permite visualizar, e, quem determinará, neste caso, será o Diretor de Prova.
Art. 19 - Após a realização da Tomada de Tempo e ao término das baterias de que constam a etapa, os carros ficarão no parque fechado, e somente serão liberados, através da ordem do Diretor da Prova.
Art. 20 - O Diretor de Prova poderá a qualquer instante, e a seu critério, parar a pista para inspecionar os carros.
Parágrafo único - Se um ou mais carros estiverem fora das especificações, o(s) piloto(s) devem retirar seu carro da corrida e executar os reparos com a pista ligada.
Art. 21 - Serão funções do recolocador: desobstruir a pista e recolocar o carro no lugar e fenda em que saiu. Caso saia mais de um carro no mesmo local deve ser seguida a ordem de saída dos carros e também caso um piloto tenha saído em virtude de outro carro, deve-se recolocar primeiro o prejudicado.
Parágrafo único - Se houver qualquer problema com o carro que acarrete demora na desobstrução da pista ou recolocação, este deverá ser entregue ao piloto.
Art. 22 - A pista será desligada quando o recolocador não tiver acesso ao carro, por problemas técnicos na pista ou pane no sistema de controle. Serão considerados locais sem acesso ao recolocador:
1 - Reta dos pilotos - a partir do primeiro ponto de encaixe do acelerador do primeiro piloto no sentido de direção da pista;
2 - No chão - na parte interna da pista;
3 - Nas partes onde existirem tampões ou "grama" fora do alcance dos recolocadores;
Art. 23 - Fica proibido aos pilotos discutirem com os recolocadores.
Art. 24 - Será de responsabilidade do piloto, informar ao Diretor de Prova, quando o mesmo abandonar a corrida, a barra da pista em que parou, caso contrário será considerada barra zero.
Art. 25 - Qualquer motor poderá ser desmontado para verificação mais aprofundada, caso haja necessidade ao final da prova.
Art. 26 - Todos os carros serão inspecionados ao término de cada final, com os seguintes itens verificados:
1 - Marca na carroceria;
2 - Marca no chassi;
3 - Bitola traseira;
4 - Peso do carro;
5 - Verificação do motor;
Parágrafo 1o - Não haverá tolerância no peso verificado ao término de cada bateria. A punição será em posições, ou seja, uma (1) posição a cada (0,2 gramas).
Parágrafo 2o - Os três melhores pilotos ao término de cada etapa, definido pelo maior número de voltas, poderão ter os motores que utilizaram, desmontados, para melhor verificação.
Capítulo 3° - Do Sistema das Provas e Recolocação
Art. 27 - A montagem das baterias serão realizadas, conforme tabela do Anexo 4.
Art. 28 - A escolha de fendas para todas as finais será feita de acordo com a ordem de classificação da Tomada de Tempo.
Art. 29 - Todos os pilotos serão obrigados a recolocar quando chamados pela Direção de Prova.
Art. 30 - Os recolocadores serão obrigados a permanecer no local de recolocação a partir da liberação da pista para acerto dos carros.
Art. 31 - Não havendo consenso entre os recolocadores quanto à posição de recolocação, a Direção de Prova poderá utilizar o critério de melhor posição na etapa de classificação para o reposicionamento dos recolocadores.
Art. 32 - O método de escolha de recolocadores será: a final "A" será a primeira a recolocar, a final que terminou a corrida recolocará para a próxima e assim sucessivamente.
Art. 37 - Os recolocadores deverão estar atentos somente ao seu posto de recolocação.
Art. 38 - Fica proibido ao recolocador:
1 - Recolocar o carro fora do local de onde saiu;
2 - Comer, beber ou fumar durante a recolocação;
3 - Sair de seu posto por qualquer motivo, inclusive para fazer "box" próprio ou para qualquer outro piloto, exceto durante os intervalos, devendo no entanto estar a postos antes do reinício da prova;
4 - Discutir com pilotos ou qualquer outra pessoa;
Parágrafo único - Fica a critério do Diretor de Prova, solicitar ajuda para completar o número de recolocadores necessários.
Art. 39 - Será declarado vencedor da etapa, o piloto que realizar o maior número de voltas e barras na final.
Capítulo 4o - Das Corridas na modalidade Endurance (se houver)
Art. 40 - A montagem das baterias será realizada, conforme tabela do Anexo 4, sistema de finais.
Art. 41 - As provas de Endurance serão realizadas com um número fixo de três pilotos.
Parágrafo único - Os pilotos inscritos deverão correr no mínimo 2 fendas e no máximo 3 fendas.
Art. 42 - A composição das equipes poderá ser feita com quaisquer pilotos, com no máximo 2 (dois) Campeões Brasileiro de qualquer categoria, a partir de 1989, quando foi disputado o primeiro Campeonato Brasileiro.
Art. 43 - Não será permitido, em hipótese alguma, a execução de manutenção ou reparos nos carros durante a troca de fenda, e nem mesmo a inspeção visual da mecânica do carro com o mesmo "na mão" - o carro deve ser trocado de fenda em movimento único e não ser tocado durante todo o intervalo.
Art. 44 - Aplica-se a esta modalidade, todos os itens de homologação, parte técnica, vistoria e outros itens relacionados, apresentados neste Regulamento.
Capítulo 5° - Das Penalizações e Recursos
Art. 45 - Cabe apenas ao Diretor de Prova as sanções deste capítulo.
Art. 46 - Serão penalidades do Grupo 1:
1 - A ausência do piloto recolocador em tempo e lugar;
2 - As discussões do piloto com recolocador;
3 - Recolocador com comida, bebida, cigarro ou qualquer objeto que impeça o bom desempenho de sua função;
4 - A acentuada displicência na recolocação;
5 - O piloto fumando durante a corrida;
Parágrafo único - Para estas penalidades será aplicada a pena de advertência e havendo reincidência, serão aplicadas as penalidades do Grupo 2.
Art. 47 - Serão penalidades do Grupo 2:
1 - O piloto que não devolver o carro ao recolocador após o reparo, se este ficar pronto no decorrer da corrida.
2 - O piloto ou qualquer outra pessoa que efetuar reparos no carro durante parada técnica da pista
3 - As reincidências do Grupo 1
Parágrafo único - Para estas penalidades será aplicada a pena de retirada de três voltas do total.
Art. 48 - Serão penalidades do Grupo 3:
1 - As palavras de baixo calão ou ofensivas tanto aos pilotos quanto dos recolocadores
2 - A visível tentativa de prejudicar o adversário por meios escusos, tais como:
- colisões a repetição;
- espera em curvas;
- retirada do pino do acelerador;
- colocação de objetos na fenda o adversário;etc...
3 - As reincidências do Grupo 2;
Parágrafo único - Para estas penalidades será aplicada a pena da retirada de 5 (cinco) voltas do total.
Art. 49 - Serão penalidades do Grupo 4:
1 - As agressões físicas mesmo fora da corrida;
2 - A reincidência do Grupo 3;
Parágrafo único - Para estas penalidades será aplicada a pena de desclassificação da prova.
Art. 50 - Todas as penalidades não constantes nos Grupos de 1 a 4 serão decididas pela Comissão ou pela Direção de Prova, e poderão ir de simples advertência à desclassificação da prova.
Art. 51 - Serão penalidades do Grupo 5:
1 - As modificações não permitidas nos itens homologados;
2 - A utilização de materiais não permitidos;
3 - As alterações constatadas nas medidas da vistoria final que transgridam o Regulamento, mesmo que inadvertidas na vistoria inicial;
Parágrafo único - Para estas penalidades será aplicada a pena de retirada de 10% (dez) do total de voltas.
Art. 52 - Serão penalidades do Grupo 6:
1 - A troca de chassis e ou carroceria após a lacração da vistoria inicial;
2 - Os motores fora do Regulamento;
3 - Os aceleradores com recursos que alterem a voltagem para maior do que a disponível para os adversários;
Parágrafo único - Para estas penalidades será aplicada a pena de desclassificação da prova.
Art. 53 - Os recursos quanto a penalizações ou reclamações sobre qualquer procedimento deverão ser impetrados em no máximo 45 minutos após sua divulgação. O recurso deverá ser feito por escrito e assinado, sendo que em se tratando de resultado final poderão ser julgados imediatamente ou a posteriori, de acordo com a decisão da Comissão.
Parágrafo único - E em se tratando de recurso necessário ao andamento da corrida, este será julgado imediatamente.
TÍTULO II
DO REGULAMENTO TÉCNICO (vide Anexo 2)
Capítulo 6° - Das Homologações dos Motores e Induzidos
Art. 54 - Os motores, Setups e induzidos homologados para a categoria Parma são:
1 - Motores/Setups: Parma #499 ou #502 e Pro Slot FDX
2 - Induzidos: Original Parma (AU, TU, 16D) e original Pro Slot (FDX e S16D) (proibido o intercâmbio).
Capítulo 7° - Da Homologação dos Chassis
Art. 55 - Os chassis permitidos são os homologados para Parma, a partir do ano de 2002 em diante.
Parágrafo único: Os "critérios de montagem" constam no Anexo 1 deste Regulamento.
Capítulo 8° - Da Homologação das Carrocerias
Art. 56 - As carrocerias são as de protótipos homologadas a partir do o ano de 2005.
Capítulo 9° - Da Parte Técnica
Seção 1- Dos Motores e Peças
Art. 68 - É obrigatório o uso de motores e induzidos homologados, conforme descrito nos artigos acima.
Art. 69 - Além do uso original dos motores e induzidos, serão permitidas as seguintes modificações:
Parágrafo 1º - Motores originais Parma e ProSlot FDX:
1 - Fixar com cola ou solda os mancais do cabeçote e da caixa do motor;
2 - Retificar ou lixar o coletor do induzido;
3 - Adiantar ou atrasar o coletor do induzido;
4 - Pintar com tinta translúcida as placas do induzido;
5 - Rebalancear o induzido;(opcional amarrar o coletor)
6 - Recarregar os ímãs;
7 - Fixar os ímãs com cola para ímãs;
8 - Retirar os grampos de fixação dos ímãs;
9 - Substituir o carvão original por outros quaisquer ;
10 - Intercâmbio de induzidos dos motores homologados;
11 - Polir, pintar ou oxidar a caixa na parte externa e interna, sem alterar as dimensões originais;
12 - Fixar com uso de cola os parafusos e as ferragens do cabeçote;
13 - Cortar excesso do eixo do induzido;
14 - Utilizar espaçadores de qualquer procedência;
15 - Será permitido substituir os mancais originais por outra marca, desde que metálicos; podendo ser da mesma dimensão do original. É permitido soldar um mancal em cima do outro, para fazer um mais comprido;
16 - Usar molas originais do setup;
17 - Permitido o uso de cap;
18 - As coroas permitidas são obrigatoriamente de nylon, Pro Slot, PSE, Red Fox (Cahoza), JK e TWP, em pitch 48 e 64, não anguladas. São expressamente proibidos os modelos angulados e as com centro total em alumínio (as que apresentam somente os dentes em nylon), as anguladas e as GT1.
19 - Os Pinhões são permitidos angulados.
20- Ferragens devem ser as originais do setup;
21 - Tudo o que não é permitido, é proibido
Seção 2 - Dos Chassis
Art. 70 - É obrigatório o uso dos chassis para Parma, homologados a partir de 2002, conforme descrito no Anexo 1 deste Regulamento.
Art. 71 - O chassis não poderá ser substituído durante a etapa de classificação ou durante a corrida.
Art. 72 - A distância entre o centro do eixo traseiro e o centro do poste do guia pode ser alterada apenas na lingüeta do guia.
Parágrafo 1º - Somente serão permitidos ajustes de folga e retrabalho de soldas, sem a eliminação de qualquer de seus componentes. Rodas dianteiras e seus suportes serão opcionais.
Seção 3 - Das Carrocerias
Art. 73 - A modalidade Sprint utilizará as carrocerias TWP, PROPARTS, RED FOX ou ZANINI, conforme indicado no calenário.
Art. 74 - É obrigatório o uso das carrocerias homologadas pela Comissão, sendo seu uso de livre escolha dos pilotos, dentro da relação anexa.
Art. 75 - Na frente o corte deverá ser feito mantendo o spoiler original 2mm, na traseira deverá deixar uma faixa vertical de no mínimo 5mm.
Art. 76 - Corte das carrocerias Endurance deverá respeitar a linha de corte do fabricante, risco na traseira de 3 mm (no mínimo), e na parte frontal da carroceria de 2mm e altura máxima de 38mm.
Art. 77 - O comprimento total da carroceria não poderá ser menor que 165mm
Art. 78 - As carrocerias devem estar pintadas, exceto a área dos vidros na configuração original, e o conjunto mecânico não poderá ser visto através dela quando o carro for visto por cima.
Art. 79 - É opcional o uso de 2 (dois) números adesivos, em lugares diferentes da carroceria.
Art. 80 - É opcional o uso de piloto pintado.
TÍTULO III
DA PARTE ORGANIZACIONAL
Capítulo 10° - Das condições das Pistas
Art. 81 - A loja que fará parte das etapas da COPA DA AMIZADE, será obrigada a fornecer o que segue:
1 - A pista em condições de corrida e perfeita para uso;
2 - A alimentação em condições de corrida (mínimo 12,8 volts e máximo de 14,5 volts).
3 - As bancadas para box em número suficiente para todos os pilotos;
4 - O glub em spray na pista;
5 -/Troféus/Medalhas para os 3 (três) primeiros colocados da etapa e medalha para o pole position;
6 - Reserva de 1 par de pneus para cada piloto e, pelo menos, mais 2 pares extras para serem vendidos, por piloto;
7 - Chassis de pelo menos 2 fabricantes à venda no balcão;
Capítulo 11° - Da premiação e pontuação
Art. 82 - A entrega de troféus da COPA DA AMIZADE, será realizada pela Comissão Organizadora do referido, ao término da última etapa, premiaando os 08 melhores colocados. .
Parágrafo único: A pontuação da COPA é a seguinte:

Tabela de pontos
30 - 27 - 25 - 23 - 21 - 20 - 19 - 18 - 17 - 16 - 15 - 14 - 13 - 12 - 11 - 10
- 9 - 8 - 7 - 6 - 5 - 4 - 3 - 2 - 1

1 ponto para a Pole Position;
Capítulo 12 - Do preço das inscrições e dos pneus
Art. 83- O valor a ser cobrado pela inscrição de cada prova, será de R$ 20,00 (vinte reais).
Os chassi de Parma serão homologados, respeitando as seguintes regras:
1. Terço frontal e lateral poderão ser de qualquer material (ferroso e não ferroso)
2. Parte central do carro sempre em arame.
3. Peso mínimo: 40 gramas, limpo e polido, sem nenhum componente no mesmo
Anexo 1
Montagem dos Carros
Parma
Coroa / pinhão - somente plástica - pitch 48 e 64
Eixo traseiro - Proibido eixo vazado
Mancal traseiro - Somente metálicos - proibido o uso de rolamentos
Altura livre traseira - 1,00mm na vistoria inicialNão poderá arrastar o chassis de maneira a prejudicar a pista (durante a corrida)
Guia Livre
Fio do motor - Proibido fio esmaltado
Roda dianteira - Livre - diâmetro ½", ou 12.7mm
Pneu traseiro - Sprint Somente pneu preto livre
Pneu traseiro - Endurance - Somente pneu preto nacional
Piloto - Sprint e Endurance (opcional) - Tridimensional pintado, cobrindo o conjunto mecânico
Altura total máxima do carro - 38,00mm a partir da pista
Peso mínimo - Sprint 85 g

Peso mínimo ao término das baterias - 85 g
Peso mínimo - Endurance - 80 g
Peso mínimo - Sprint - somente para os campeões brasileiros - 90 g
Bitola traseira Máximo - 82,6mm
Largura máxima do carro - Máximo 84,0mm

Anexo 2
COPA DA AMIZADE - Calendário

Dia Pista Hora Carroceria outros
12/08   16.00    
02/09 Rio Slot 16.00    
09/09   16.00    
14/10 Rio Slot 16.00    
04/11   16.00    
18/11 Rio Slot 16.00    
02/12   16.00    
09/12 Rio Slot 16.00   Entrega Prêmios
 
   
     
     

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